Empresário, você realmente está pronto para o sucesso?

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Para iniciar essa discussão precisaremos realizar uma distinção dos eventos que ocorrem em nossas vidas, sendo os eventos que podemos controlar e os eventos que não podemos controlar.

Abordar o assunto sucesso quase sempre é delicado e exige uma certa cautela para não declinarmos a discussão em um tom culpa e incapacidade, também é necessário se atentar ao cenário econômico que o país se encontra, bem como as demais variáveis controláveis e as não controláveis.

Podemos incluir nos eventos que podemos controlar

  • Alimentação
  • Práticas de atividades físicas
  • Comportamento Empático e Respeito ao Próximo
  • Leituras e Estudos Específicos
  • Dormir o necessário para ter um bom desempenho no próximo dia
  • Ser pontual com os compromissos
  • Não procrastinar e estabelecer prioridades
  • Ter uma rotina de autocuidado
  • Visitar amigos e familiares sempre que possível
  • Meditar etc.

E podemos incluir nos eventos que não podemos controlar

  • Chuva/tempestade
  • Educação paterna e materna
  • Atraso do ônibus ou do motorista de aplicativo
  • Acidentes
  • Doenças sazonais
  • Eventos climáticos devastadores
  • Queda da internet
  • Economia do país
  • Acontecimentos diversos com terceiros etc.

Uma vez que temos consciência dos eventos que ocorrem em nossas vidas e quais podemos interferir e modificar se torna mais fácil o planejamento das ações a serem realizadas.

E é neste momento que surge o questionamento: Você realmente está preparado/a/e para alcançar o sucesso profissional?

Pode soar uma pergunta muito simples, mas que espera como resposta muito mais do que um sim ou um não.

Uma coisa é certa, sua nova vida vais custar a sua vida antiga, e para elaborar melhor essa discussão seguirei duas vertentes, a filosófica e a psicanalítica.

Steven Pressfield em seu livro “The War of Art” apresenta que todos nós temos duas vidas, a vida que vivemos diariamente, de se levantar, ir para o trabalho, sair com os amigos, beber, dormir etc. e a vida não vivida, a vida que existe apenas no nosso imaginário, que nos assombra pedindo para se libertar, para ser vivida.

Uma coisa é certa, vivemos em uma sociedade reprimida e desmotivada, de pessoas que tentam viciosamente encontrar a felicidade rolando o feed do Instagram consultando as notificações de minutos em minutos.

Indivíduos perdidos em si, com muitos de sonhos, mas de poucas atitudes.

Desejam muito, mas não estão dispostos a renunciarem seus vícios e suas fugas para alcançarem os seus objetivos, diariamente convencem a si mesmos que estão cansados do longo dia de trabalho e se deitam com o celular em troca de migalhas em redes sociais e vídeos engraçados.

Não usam o lazer para o lazer, mas para fugir das suas responsabilidades, para fugir dos seus sonhos, para fugir de si mesmos.

E por outro lado a sociedade está preparada com muitas rotas de fugas: Netflix, Instagram, BBB e Barzinhos.

Hipócrates disse “antes de curar alguém pergunta-lhe se está disposto a desistir das coisas que o fizeram adoecer”.

Vivemos em uma sociedade medicada, a cada semana surgem novas doenças psiquiátricas, e pessoas que fogem de si, encontram em patologias justificativas para suas frustrações.

O fato é que não estamos dispostos a sentir a dor das mudanças, dos acontecimentos, queremos chegar em determinado lugar sem sentir as pernas doerem pela caminhada, e o sistema capitalista aproveitasse com os ditos “coaches” vendendo o “sucesso” em poucos dias com pouco esforço e resultados milagrosos.

Você deve estar se perguntando onde pretendo chegar com essa discussão, e a resposta é, na responsabilidade que temos sobre nossas próprias histórias.

Não podemos modificar as coisas que já aconteceram, principalmente aquelas que deixaram cicatrizes em nossas vidas, acontecimentos na infância, adolescência e vida adulta, mas podemos aprender a olhar com outros olhos, reduzir a culpa e o medo que habitam nessas memórias.

E vale destacar, nem toda experiência traz um aprendizado, não permita que a positividade tóxica faça com que você sinta mal pelo que enfrentou no passado.

O presente ele acontece em momentos, no intervalo entre o planejamento e a conquista dos seus objetivos, se você anseia por algo, valorize o seu objetivo, alimente o seu sonho, entregue o que possui, o importante é tentar, dia após dia, os desafios eles certamente irão se apresentar, seja por meio de eventos ou pessoas que o acusarão de sonhar muito grande.

Isso porque, quando você alcançar os seus objetivos você estará denunciando a mediocridade daqueles que nunca se moveram e nem tentaram.

Gosto de citar o exemplo de uma árvore, ninguém ouve uma semente virar uma árvore, ela cresce diariamente em silêncio, desenvolvendo os seus galhos, depois suas folhas e só depois com uma certa maturidade entrega ao mundo os seus frutos.

Assim deve ser indivíduo que busca os seus sonhos, que almeja o sucesso, ter o comportamento de uma árvore, crescer diariamente, manter a constância, com chuva ou com sol, com as adversidades da natureza, sempre em desenvolvimento.

No seu processo, não anuncie aos quatro ventos suas conquistas, lembre-se, são os seus sonhos, ninguém estará mais interessado neles do que você mesmo, e depois apenas observe os outros assistindo você colhendo os seus resultados.

Assumir a responsabilidade pela própria jornada é uma tarefa difícil, então certifique-se em manter o foco diariamente.

Aprenda a desenvolver a habilidade de autopreservação, isto é, aprenda a dizer não, não permita que interferências mascaradas de oportunidades tirem o seu foco, se você programou estudar o fim de semana para desenvolver uma nova skill, não permita que um convite de um evento mude os seus planos, seja você mesmo a sua prioridade, haverão novas oportunidades, mas o importante é você demonstrar comprometimento com os seus objetivos, mesmo que você pense que o resultado esteja demorando.

Lembre-se da árvore, se você olhar hoje e amanhã para mesma árvore você pode afirmar que ela não mudou, mas mesmo assim, sabemos que ela seguiu seu propósito de crescer, mesmo que lentamente, afinal, para o sucesso o que conta não é a velocidade, mas o comprometimento e a constância.

Fonte: Contábeis

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